domingo, 2 de outubro de 2011

Propaganda de Gisele Bündchen de lingerie causa polêmica



Desde que foi ao ar pela primeira vez, no dia 20 de setembro, uma propaganda de lingerie estrelada pela modelo brasileira Gisele Bündchen está provocando polêmica. A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) já recebeu seis reclamações contra a peça publicitária da empresa Hope. No filme, Gisele ensina como convencer um homem a atender aos desejos da mulher. E os resultados são melhores quando ela aparece vestida apenas de calcinha e sutiã elogiando o "charme da mulher brasileira".



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Assista ao comercial: http://noticias.r7.com/record-noticias/noticias/propaganda-de-gisele-bundchen-de-lingerie-causa-polemica-20110929.html

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Gestantes e mães do Centro Prisional de Colatina recebem orientações sobre cuidados com bebês

A ansiedade da gestação e a insegurança no contato inicial com o bebê são comuns para qualquer mãe e estes sintomas podem ser ainda maiores quando a mulher está presa. Com o objetivo de preparar as internas que estão grávidas e aquelas que já ganharam bebê, a equipe do Centro Prisional Feminino de Colatina (CPF-Col) realizou, no último dia 22, a palestra ‘Eu sou mãe, eu quero cuidar’.

Participaram nove gestantes e oito internas que já estão com as crianças. A palestra foi ministrada pela enfermeira da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal do Hospital Maternidade São José, Gigliola Soares Blunck. Ela abordou questões como: cuidados com os bebês, amamentação, cuidados durante o banho, refluxo, técnicas de massagem para amenizar cólicas intestinais, entre outros.

O evento foi organizado pelos técnicos de serviço social, psicologia e saúde da unidade prisional.

A diretora de Saúde do Sistema Penal, Luciana Vaneli, explica que assim que a gravidez de uma interna é detectada ela já começa a receber acompanhamento específico. “A partir do momento em que a gravidez é confirmada, a interna já inicia seu pré-natal e realiza todos os exames periódicos necessários. Além das orientações sobre os cuidados com a criança elas também são preparadas para o momento de desligamento da criança". Explica.
fonte: www.sejus.es.gov.br - Acessado em 28/09/2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Espírito Santo é o primeiro Estado a reafirmar o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher


O governador Renato Casagrande, acompanhado da ministra chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, o presidente do Tribunal de Justiça (TJES), desembargador Manoel Alves Rabelo, e o procurador-geral de Justiça, Fernando Zardini, assinaram nesta sexta-feira (16), no Palácio Anchieta, o acordo de cooperação federativa para a implantação do Pacto Nacional. Nesse caso, o compromisso do TJES e do MPES significa mais celeridade nos julgamento dos processos de violência doméstica e a implantação de mais Varas e Juizados de Violência Doméstica e Familiar, Contra a Mulher.  Na oportunidade, os governos Federal e Estadual também assinaram um acordo para a promoção da autonomia econômica das mulheres.

O Espírito Santo é o primeiro Estado a assinar a repactuação, o que reforça o empenho do Governo Estadual na luta pelo combate a todas as formas de violência praticadas contra a mulher, e na validação de seus direitos de participarem de atividades econômicas, políticas e culturais como todo cidadão. 
Os recursos da SPM para o Estado serão da ordem de R$ 3.327.465,11. Desse total, R$ 1.905.000,00 são destinados ao Pacto Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e, R$ 1.422.465,00 aos municípios e à Capital para desenvolverem ações relativas à autonomia econômica das mulheres.
“O Espírito Santo é um Estado que se organizou, e estamos economicamente acima da média nacional, mas que ainda possui um grande passivo social, uma dívida com a sociedade capixaba. O combate à violência é um exemplo desta dívida social. Uma realidade que estamos dispostos e empenhados a modificar. E, juntos, governos Estadual e Federal, com o apoio da sociedade e do Poder Judiciário e Ministério Público, saímos na frente em relação aos outros estados ao assinarmos esta repactuação, demonstrando claramente a nossa disposição para modificar esta condição”, afirmou o governador.Renato Casagrande também parabenizou o vice-governador Givaldo Vieira pelo trabalho de coordenação para a elaboração do novo pacto, junto com os secretários de Estado e com a Câmara Técnica. Casagrande solicitou, ainda, o apoio do vice-governador na condução do período de implantação das medidas propostas pelo documento. “Peço ao Givaldo que cumpra mais uma etapa deste importante trabalho para o Espírito Santo, de continuar coordenando a execução do Pacto, com reuniões mensais de avaliação para cobrar o cumprimento das metas, a parte mais desafiadora deste processo”, afirmou.
Fonte: www.es.gov.br 

sábado, 6 de agosto de 2011

Lei Maria da Penha Completa Cinco Anos; Quase 2 Milhões de Denúncias

Neste domingo, sete, a Lei Maria da Penha criada para proteger mulheres em situação de agressão ou que correm risco de vida, completa cinco anos e quase 2 milhões de denúncias.
Segundo os dados divulgados pela Secretaria de Políticas para as Mulheres a maioria das agressões vem dos maridos das vítimas (72% das denúncias) e são assistidas pelos filhos ou partilhadas com eles.
O relatório divulgado nesta sexta-feira também aponta que dos 237.271 casos registrados em cinco anos, 141.838 correspondem à violência física; 62.326, à violência psicológica; 23.456 à violência moral; 3.780, à violência patrimonial; 4.686, à violência sexual; 1021, ao cárcere privado; e 164, ao tráfico de mulheres. Ainda foram registradas 4.060 ligações relatando ameaças e 18.320 casos de lesão corporal leve.
Para a balconista A. M. Nascimento, 45, a lei foi parte do que ela precisou para ter coragem de mudar de vida. “Eu meus filhos sofríamos muito, mas não tínhamos saída. Hoje com ele (marido) preso temos segurança para mudar de vida. Por garantia mudamos de casa, nunca se sabe o que vai acontecer”.
O Estado de São Paulo é o líder no ranking de denúncias. De janeiro a junho deste ano, foram 44.499 chamadas, seguido pela Bahia com 32.044. Em terceiro lugar está o Estado de Minas Gerais, com 23.430 dos registros.
Em entrevista à Folha de S. Paulo a Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes afirmou que as principais dificuldades da lei são o reconhecimento de sua constitucionalidade junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) e o aumento de equipamentos de apoio e atendimento à mulher que sofre a violência doméstica.
O número de telefone 180 registra denúncias de violência contra mulher e de mau atendimento de serviços públicos como postos de saúde e delegacias especializados para essas vítimas.
Relembre a Lei Maria da Penha (Lei 11.340)
O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Maia Fernandes, farmacêutica e bioquímica cearense que foi espancada durante seis anos pelo marido. O cônjuge tentou assassiná-la por eletrocussão, afogamento e atirando nela, deixando-a paraplégica.
Após aguardar a decisão da Justiça por 15 anos e sem resultado, ela entrou com uma ação contra o país na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). O Estado brasileiro foi condenado, pela primeira vez na história, por negligência, omissão e tolerância em relação à violência doméstica. O marido de Maria da Penha foi preso apenas 19 anos depois, em 28 de outubro de 2002, e cumpriu dois anos de prisão.
Fonte: http://arnaldosilvaradialista.com/index.php?option=com_content&view=article&id=647:lei-maria-da-penha-completa-cinco-anos-quase-2-milhoes-de-denuncias&catid=3:brasil

COMPONENTES GRUPO 01 - POLO ARACRUZ


Simonton Moreira de Freitas/Marcos Maciel Barreiros/Aristenia Mancini Martin/Denise Ferreira de Araújo/Rosa Eliane Cardoso/Soleniete Marinho/Alessandra Tellis Gonçalves/Alan de Morais Alves

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